Pavilhão Penélope
Inspirado pelo não objeto realizado em grupo, este pavilhão traz a maleabilidade e leveza dos fios para uma escala muito maior e mais acolhedora. Seu nome vem de Penélope da Odisseia, esposa de Ulisses que tece e desfaz continuamente sua tapeçaria, ganhando tempo para seu marido voltar para casa. A ideia do pavilhão era criar uma estrutura que conversasse e se adaptasse à forma da Ilha dos Amores, localizada no Parque Municipal de Belo Horizonte. Uma cobertura com um tecido leve e fino deixaria parte da luz do sol passar, criando uma ambiente mais fresco mas ainda iluminado. Os resistentes cabos de fibra sintética, além de conferir estrutura ao pavilhão, permite que as pessoas o suem como quiserem, escalando, deitando; tecendo seus próprios caminhos. Trabalho realizado em conjunto por: César Fonte Boa Daniel Feitosa Gustavo Pinhati Sofia Abreu
